UMA campeã mundial de kickboxing peso átomo, “A Rainha” Phetjeeja Lukjaoporongtom da Tailândia, construiu uma das reputações mais dominantes nos esportes de combate femininos.
O escrutínio que acompanha esse nível de visibilidade é algo que ela teve que aprender a navegar em seus próprios termos.
Phetjeeja desafia a campeã mundial peso átomo de Muay Thai Allycia Hellen Rodrigues em uma superluta altamente antecipada no The Inner Circle em 19 de junho no Lumpinee Stadium em Bangkok.
A superestrela tailandesa entra como uma das mais reconhecidas artistas marciais femininas do mundo. É um status que traz grande apoio, mas também o tipo de hostilidade online que acompanha o sucesso em qualquer arena pública.
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Em entrevista exclusiva com UM CampeonatoPhetjeeja admitiu que a opinião pública negativa sobe à cabeça dela de vez em quando.
“Tento ficar longe das redes sociais e não olhar para elas com muita frequência, mas se acontecer de eu me deparar com um comentário maldoso ou tóxico, isso definitivamente machuca e estraga meu humor. Mas, honestamente, isso faz parte do território nos esportes de combate.
Os fãs podem vê-la defender seu título ao vivo comprando The Inner Circle em live.onefc.com.
Phetjeeja diz que os nervos nunca vão embora, apesar de sua experiência
Phetjeeja lutou toda a sua vida, com mais de 200 lutas em sua carreira com apenas 24 anos. Ainda assim, “A Rainha” sente a ansiedade e o nervosismo pré-luta cada vez que ela passos no cenário global.
No final das contas, as apostas aumentam cada vez que ela entra no ringue.
“Muitas pessoas provavelmente presumem que, como já fiz mais de 200 lutas, estou totalmente insensível a isso agora. Mas, para mim, o nervosismo está sempre presente. Cada luta é muito importante para mim, então aquela excitação ansiosa está sempre lá antes de eu sair”, disse a rainha do kickboxing peso atômico à promoção na mesma entrevista.
Editado por Steffi